segunda-feira, 27 de abril de 2009
Capítulo Quinto - O Início da Jornada
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Marcadores: Cap. V
sexta-feira, 24 de abril de 2009
Capítulo Quarto - O Sonho
"Você receberá o machado de Erick, Machado Sangrento. Este machado lhe dará mais vitalidade, mais força e mais habilidade nos golpes, nunca quebra e nunca perde o fio. A segunda relíquia será a palheta do metal. Essa palheta pertenceu a grandes homens e ela serve para que através de movimentos certos se abram portais para outros mundos. Por ultimo e não menos importante você receberá o apito de Angus. Toda vez que você o tocar um cachorro infernal tomará forma e lhe fará companhia, ele é como uma fénix que morre e ressurge. Então, o que você me diz?"O bárbaro se levante e pega sua mochila, mas sente que ela está mais pesada. Ele a abre e começa vasculhar para ver se existe mais alguma surpresa entro dela, então acha um pedaço de couro enrolado. Depois de desenrolar ele percebe que aquilo era um mapa indicando o caminho para se chegar até Ilshinar. O caminho não seria nem fácil nem rápido, mas Adriano estava disposto a se tornar rei, jogou a mochila nas costas e se pôs a caminhar.
Postado por Thor às 08:16 0 comentários
Marcadores: Cap. IV
quarta-feira, 22 de abril de 2009
Capítulo Terceiro - Onde o Imperador ganha o livro
Postado por Thor às 11:30 0 comentários
Marcadores: Cap. III
quarta-feira, 1 de abril de 2009
Capítulo Segundo - Mó viajem
Depois de passarem por toda a terra gelada Entraram nas savanas. Adriano nunca tinha visto açgo igual, durante toda a sua vida só conhecera paisagens em branco. Ao se deparar com zebras, elefantes e girafas ficava cada vez mais surpreso. Ele ia aprendendo tudo que via nas culturas diferentes pelas quais passava.
Um dia muito ensolarado, Adriano já estava na idade de vinte e um anos, enquanto caminhavam e conversavam sobre suas aventuras, de longe, viram um bando de homens de pele escura, vestidos só de tanga, com as cabeças raspadas, lanças nas mãos e com cara de nada amigáveis. Theodorico logo tirou sua espada da bainha e o mesmo fez Adriano.
Realmente os homens que eles viram de longe não estavam para conversa, já começaram a arremessar suas lanças de longe. Os dois nórdicos se esquivavam e corriam sem medo rumo aos inimigos, seus reflexos eram muito bons. Quando se chocaram a horda de nativos foi um baque, Teodorico e Adriano saiam derrubando com suas armas os seus inimigos. A luta não era fácil por conta da quantidade em que eram os outros comparado apenas aos dois. Adriano e seu pai cortavam cabeças muito rapidamento e os corpos iam caindo e o sangue era absorvido pelo solo rapidamente.
Em um momento em que braço de Teodorico já estava cansado, um homenzinho pequeno e careca pulou em sua cacunda e com uma adaga furou seus olhos. O velho bárbaro urrou e arrancou aquele pequeno homem de suas costas e apoiando as costas dele em seu joelho o partiu no meio.
Adriano virou-se para seu pai quando ouviu o urro e viu vários daqueles homens pequenos pulando em cima do bábaro cego. Com uma fúria que só os bábaros conhecem, como um berserker, Adriano partiu em direção a seu pai rodando seu machado e decepando todas as cabeças que via pela frente, quase sem parar para respirar, com uma fúria nunca vista antes, até que percebeu que não estava mais batendo em nada e tudo que sobrara além dos corpos sem cabeça foram seu pai e um pequeno xamã que parecia ser o líder daquele bando e estava num canto com muito medo, encolhido e tremendo. Adriano levantou um pouco a cabeça de seu pai. O velho já estava vendo uma luz azul que estava se transformando em vermelho quando disse:
- Filho, faça da sua vida algo muito melhor que a minha. Não se prenda a lugar nenhum como eu fiz, viva tudo que puder, beba todas até cair e quando cair continue bebendo deitado. Alcance o máximo de poder que puder, mate todos aqueles que se colocarem no seu meio. Meu filho, conquiste o mundo.
Depois disso Teodorico morreu, com a lingua para fora da boca com baba escorrendo e os olhos abertos. Adriano chorou muito alto e gritou. Pegou a espada que era de seu pai e a colocou na garganta do xamã que se tremia.
- Não vou te matar agora seu filho de uma rapariga. A morte seria muito bom para você, antes de seu descanço no inferno você será meu escravo, só vai falar quando eu quiser, só vai comer quando eu quiser e vai sofrer muito mais do que já imaginou em toda sua vida.
Postado por Thor às 13:19 0 comentários
Marcadores: Cap. II
Capítulo Primeiro - Onde o Imperador Nasce
"Meu nome é Urucubaca, sou das terras do sul, onde existem florestas densas e onde faz sol o ano inteiro. Sou da tribo dos Urucuns, filha do chefe, o grande Boitatá. Fui capturada por bárbaros do norte, da tribo Filkir, eles eram muito parecidos com o senhor. Estes bárbaros estavam em uma expedição nas nossas terras procurando por um tesouro e me acharam desprevenida tomando banho de cachoeira. Não tive como fugir, eles me capturaram e me fizeram escrava deles, eu lavava, cozinhava mas ainda bem que não fui abusada por eles, eles me respeitaram."
"Me trouxeram com eles para estas terras mas quando chegamos à aldeia deles, suas mulheres não aceitaram a minha presença e então fui expulsa da aldeia e andei errante por essa terra branca sem conhecer nada, até que com frio e fome não aguentei e desmaiei e agora estou aqui."
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Passaram-se os dois primeiros meses e Urucubaca se adaptou à vida na aldeia. Todos os dias ela preparava as refeições de Teodorico e arrumava a tenda que nunca soubera o que fora organização antes. O bárbaro estava cada vez mais transformado, agora conversava com todos, estava mais educado e menos rude. Uruca, como o bárbaro a chamava, contava histórias sobre suas terras e Teodorico cada vez se interessava mais em conhecê-la.
Em um feio dia de inverno, como era de costume naquelas terras, Teodorico veio de sua habitual ronda com muita fome. Ao entrar na tenda sentiu um cheiro muito bom de carne assada mas, quando levantou os olhos não foi a carne que assava acima da fogueira que lhe chamou a atenção. Havia uma grande banheira de madeira (se alguém souber o nome me diga) onde ele costumava se lavar uma vez ao mês. A banheira estava cheia de água quente fumegante e dentro dela estava Uruca, relaxando com metade das perna e dos braços para fora.
- Não tinha uma hora melhor para se banhar!? - berrou o bárbaro.
- Não tinha não senhor, se fosse em outra hora o senhor não estaria aqui - respondeu a mulher com um voz muito suave.
- O que você quer dizer com isso!? - perguntou o bárbaro desconcertado.- Deixa de ser burro seu bárbaro, entra aqui preu poder me entregar a você.
Teodorico estava um tanto quanto enferrujado, desde sua juventude não sabia o que era mulher. Ele até já havia namorado uma de sua tribo mas depois que descobriu que ela o traía com todos da aldeia vizinha resolveu que viveria só. Mesmo assim ele teve uma longa e prazeirosa relação com Uruca, essa por sua vez ainda não tinha conhecido esses tipos de prazeres.
Depois de dois dias e duas noites dentro da tenda eles apareceram denovo na aldeia. As pessoas vieram perguntar a Teodorico o que havia acontecido que ele havia sumido e ele explicou a todos que de agora em diante Urucubaca era sua esposa. A grande maioria já esperava isso, afinal os dois moravam debaixo da mesma tenda.
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Dois meses depois do acontecido veio uma surpresa. Urucubaca comia tudo que via pela frente e sua fome nunca acabava, além disso, sua barriga estava crescendo estranhamente. A mulher do chefe da aldeia, que era a curandeira, matou a charada em uma única olhada, Urucubaca estava grávida e Teodorico seria pai.
Aquilo tinha sido um choque para ele que nunca imaginou em viver com alguém e muito menos em ter um filho. Depois desse dia o bárbaro não deixava sua mulher fazer mais nada e cuidava dela com o máximo de atenção que podia. Devido à gravidez ele adiou a viagem que fariam a terra de Uruca.
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Cinco meses mais tarde (dessa vez não foram só dois!) Urucubaca deu a luz a um menino. O menino já nasceu forte, trombudo, entroncado e com cara de marrento. O parto havia sido muito complicado e Uruca não estava reagindo bem e quando percebeu que sua vista escurecia, que havia uma luz lá longe num túnel escuro, que seus começavam a ficar juntos, chamou seu marido e disse:
- Cuide bem de nosso filho e quero que o nome dele seja de um antigo imperador de meu reino.- Pois diga logo antes que não tenha mais tempo! - esbravejou o bárbaro como de costume.
- Seu nome será Adriano, o imperador.
Postado por Thor às 05:21 0 comentários
Marcadores: Cap. I
segunda-feira, 30 de março de 2009
Prefácio
Postado por Thor às 06:36 0 comentários
Marcadores: Prefácio






